sábado, 27 de abril de 2013

ÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉ´...de SANTA MARGARIDAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA...!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!CAMPEÕES CARIOCA...!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



Serra Macaense conquista Taça Santos Dumont de Juniores 
"Santa Margarida esta em festa com os Campeões: Magnor ( Pelé ), Patrick, Gabriel Alves, Maicon e Julio, A Diretorias das Associações de Moradores do Conjunto CEHAB de Santa Margarida e do AESC Mamaô,Parabeniza à toda Diretoria, Fundadores, Associados, Atletas e Colaboradores e Patrocinadores".

Verdão de Macaé derrota o America por 2 a 0 e garante vaga no triangular do Sub-20

Renan Mafra
Postado às 17:30 de 27/04/2013
Série B de Juniores

Na tarde deste sábado (27), o Serra Macaense derrotou o America por 2 a 0, em Quissamã, sagrando-se campeão da Taça Santos Dumont Sub-20. O Verdão de Macaé, que jogava pelo empate, fechou o primeiro turno com uma campanha invicta: oito vitórias e três empates. O time rubro venceu oito jogos, empatou dois e perdeu duas vezes, sendo que um dos reveses foi por W.O., para o Americano.

O jogo começou equilibrado, mas logo aos 15 minutos, o Serra Macaense, que tinha a vantagem do empate, abriu o placar com o camisa 10, Magnor. A partida continuou equilibrada, com uma pequena vantagem na posse de bola para o America, mas o 1 a 0 persistiu até o intervalo.

Precisando virar o jogo para sair com o título, o America começou o segundo tempo pressionando e chegou a colocar uma bola no travessão, logo aos dois minutos. Porém, em um contra-ataque rápido, aos 18 minutos, o Serra Macaense matou o jogo: Magnor recebeu no campo de ataque e deixou Romário na cara do gol. O atacante bateu cruzado e a bola ainda bateu no zagueiro Lessa antes de ir para o fundo das redes.

Após a parada técnica, o America continuou dominando a posse de bola, mas o nervosismo tomou conta dos jogadores, que passaram a errar muitos passes. O Serra Macaense se fechou na defesa e saiu apenas nos contra-ataques. O Verdão segurou o resultado até o fim e se sagrou campeão, já garantindo sua vaga no triangular final dos Juniores.

Campeonato Amador 2013 no é no Diana venham prestigiar e este grande Evento Esportivo na Zona Oeste um show de organização e de excelentes jogos...





No Caixa Futebol Campus Jorge Jesus orienta mais um treino este sábado no Seixal

Jorge Jesus orienta mais um treino este sábado no Seixal
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26-04-2013 19:50

No Caixa Futebol Campus

Jorge Jesus orienta mais um treino este sábado no Seixal

Tendo em vista o encontro de segunda-feira, frente ao Marítimo, o plantel principal de Futebol continua a preparar a deslocação à Madeira. O próximo treino está agendado para este sábado, 27 de Abril.

A sessão de trabalhos, no Caixa Futebol Campus, decorrerá a partir das 10h30, à porta fechada.

O conjunto orientado por Jorge Jesus sobe ao relvado do estádio dos Barreiros, na 27.ª jornada do Campeonato Nacional, às 20 horas desta segunda-feira, 29 de Abril.
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No estádio do Jamor Final da Taça de Portugal terá lugar às 17h15 do dia 26 de Maio


Final da Taça de Portugal terá lugar às 17h15 do dia 26 de Maio
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27-04-2013 11:31

No estádio do Jamor

Final da Taça de Portugal terá lugar às 17h15 do dia 26 de Maio

A Federação Portuguesa de Futebol revelou, esta sexta-feira, a data e hora da final da Taça de Portugal.

A mesma terá início às 17h15 do próximo dia 26 de Maio, sendo que os bilhetes para a partida podem ser adquiridos a partir do dia 12 de Maio.

A final da Taça de Portugal coloca frente-a-frente, no estádio do Jamor, o Sport Lisboa e Benfica e o V. Guimarães.

'Mito' Zanetti recebido pelo 'conterrâneo' Francisco no Vaticano


'Mito' Zanetti recebido pelo 'conterrâneo' Francisco no Vaticano

Jogador da Internazionale entregou ao papa uma camisa sua durante encontro reservado

Itália -  Argentino como o papa, o capitão da Inter de Milão, Javier Zanetti teve na manhã desta sexta-feira, no Vaticano, o privilégio de ser recebido pessoalmente por Francisco. O encontro, privado, teve o registro em foto, conforme divulgado pelo "Observatório Romano".
Zanetti entrega ao papa Francisco sua camisa da Inter | Foto: EFE
Zanetti entrega ao papa Francisco sua camisa da Inter | Foto: EFE
Durante o encontro, Zanetti entregou ao papa Francisco uma camisa sua, devidamente autografada. O pontífice, como se sabe, é um fanático por futebol. Seu clube de coração é o San Lorenzo, da Argentina.

Aos 39 anos, Zanetti atingiu recentemente a marca histórica de 1100 jogos como jogador profissional. Completou esse número ao entrar em campo contra o Parma, no último domingo, em partida válida pelo Campeonato Italiano. Jamais atuou pelo San Lorenzo, time do papa Francisco.

Palmeiras programa novo treino em campo sintético antes de viagem


Palmeiras programa novo treino em campo sintético antes de viagem

Com viagem marcada para o México no domingo, Gilson Kleina agendou mais uma atividade para grupo se acostumar ao gramado do Tijuana

São Paulo -  O elenco do Palmeiras não terá tempo para descansar depois do clássico contra o Santos, no sábado, pelo Campeonato Paulista. Com viagem marcada para o México na noite de domingo, o técnico Gilson Kleina agendou mais um treino em campo sintético pouco antes do embarque.
Jogadores do Tijuana comemoram gol na grama sintética do Estádio Caliente | Foto: Divulgação Tijuana
Jogadores do Tijuana comemoram gol na grama sintética do Estádio Caliente | Foto: Divulgação Tijuana
No fim da tarde de domingo, o Verdão utilizará novamente o campo do Nacional, que fica em frente à Academia de Futebol, para tentar se adaptar melhor ao gramado artificial.

O time tenta se acostumar ao piso diferente por conta do jogo contra o Tijuana, na terça-feira, pelas oitavas de final da Libertadores da América. O estádio do clube mexicano tem grama sintética e preocupa o elencoalviverde.

"O quique da bola é diferente e prejudica bastante, porque a bola continua a mesma, mas o campo, não. Temos de superar de qualquer maneira. As dificuldades podem vir, mas tivemos oportunidade de conhecer melhor para não nos surpreender", afirmou o volante Wesley.

O Palmeiras já utilizou o campo do Nacional na atividade de quarta-feira. Já quando chegar ao México, na segunda, o clube também deve realizar o reconhecimento no estádio do Tijuana.
As informações são do iG

Maiores clubes do Brasil aprovam Estaduais, mas pedem redução de datas


Maiores clubes do Brasil aprovam Estaduais, mas pedem redução de datas

Questionados pelo iG Esporte, dirigentes de nove grandes times do País concordaram quanto à importância dos torneios, porém exigem a mudança nos formatos

São Paulo -  Os maiores clubes brasileiros são a favor da manutenção dos campeonatos estaduais, mas pedem mudanças em seus formatos. Dirigentes de nove grandes times do País concordaram quanto à importância dos tradicionais torneios, porém exigem a diminuição das datas disponíveis no calendário nacional para eles.

A situação mais problemática é a do Campeonato Paulista. Disputado por 20 equipes, possui a primeira fase com 19 rodadas, na qual oito se classificam para o mata-mata. A partir daí, uma partida decide a vida dos times nas quartas e semifinais. Apenas a decisão é feita em dois duelos. O total é de 23 datas.
Foto: Divulgação
No Rio de Janeiro, interdição do Engenhão mudou partidas para São Januário e Volta Redonda | Foto: Divulgação



“O Paulista tem que continuar pela tradição. Dos regionais é o mais forte e tem tudo para virar um grande campeonato rentável, com bom público, desde que seja organizado. O modelo está descompensado. Se jogam muitas partidas para chegar em uma fase importante e, quando chega, se decide só em um jogo”, opinou Edu Gaspar, gerente de futebol do Corinthians .

“[O fim dos Estaduais] mataria os clubes pequenos. Você perde uma oportunidade de revelar jogadores e estimular o futebol em cidadesmenores. São celeiros e permite que atletas amadureçam e revelação de profissionais em todas as áreas. Seria injustiça, mas não pode ter 23 datas. O formato deveria ser discutido e reduzir para oito o número de datas para os grandes”, disse Odílio Rodrigues, presidente em exercício do Santos .

A mesma opinião tem José Carlos Brunoro, diretor executivo do Palmeiras : “Os campeonatos regionais sempre foram grandes formadores de jogadores. Em vez de querer imitar os europeus, temos que ver que isso é um grande ganho para nós. Nós estamos em uma nação continental. Acho que a fórmula pode ser melhorada e, aí, contemplar uma mini pré-temporada".

Com um modelo diferente, o Campeonato Carioca também desagrada seus participantes. O torneio possui 16 equipes divididas em dois grupos. A disputa se dá em dois turnos. Para ser campeão, uma equipe precisa realizar um mínimo de 19 jogos, isso se conquistar as duas etapas.

Na última semana, o técnico do Fluminense Abel Braga criticou de forma veemente o calendário do futebol brasileiro. O clube vive período de decisões na Taça Rio, segundo turno do Estadual, e na Libertadores.

“Aqui no Rio quem disputa a Libertadores é prejudicado. Como pode haver 16 clubes sem estádio para jogar? Ainda tenho que viajar para jogar a Libertadores. Não dá. Dependendo do resultado, o que posso fazer? Se tiver que priorizar uma competição, é claro que será a Libertadores. Infelizmente, é o que nos resta”, disparou Braga.

O Botafogo , por meio de Sidnei Loureiro, gerente técnico de futebol, recorre à tradição para apoiar a competição. Já para Eduardo Bandeira de Mello, presidente do Flamengo , uma mudança no formato é necessária já para 2014, ano em que o Brasil sediará a Copa do Mundo.

“Sou a favor, mas o ideal seria modernizar, fazer mais rentável, de maneira que se maximizasse os jogos de mais apelo. É importante que se melhore. Em 2014 o calendário vai estar ainda mais apertado”, afirmou Mello.

A fórmula do Gauchão é semelhante à Carioca: 16 times e dois turnos. A diferença é que o mata-mata de cada etapa possui também quartas de final. Para ficar com o título, um clube disputa um mínimo de 21 duelos.
Alexandre Kalil, presidente do Atlético-MG, é o único que reprova a existência dos Estaduais | Foto: Divulgação Atlético-MG
Alexandre Kalil, presidente do Atlético-MG, é o único que reprova a existência dos Estaduais | Foto: Divulgação Atlético-MG
“O Internacional não tem uma posição oficial”, disse Newton Drummond, diretor executivo de futebol do time colorado. Ele, no entanto, defendeu uma mudança para que seja possível conciliar as disputas estaduais com a da Libertadores.

“Deve haver uma reestruturação que privilegie as grandes equipes que estão disputando, por exemplo, a Libertadores. Se conseguir fazer com que convivam os regionais com os clubes na libertadores, é um passo bastante apropriado. O problema é que são muitos jogos. Os prejudicados são os clubes”, explicou Drummond.

Mineiro é exceção
Dentro de um calendário recheado de partidas de pouco apelo, o Campeonato Mineiro é a exceção. Disputado por 12 equipes e composto de turno único, são necessários somente 15 confrontos até o título (11 na primeira fase, mais quatro no mata-mata). O modelo, na opinião do Cruzeiro , é o ideal.

“É tão enxuto que permite ao clube ter uma pré-temporada maior que em outros estados, mais bem feita que antigamente e vai nos dar uma sustentação para o ano inteiro. Não temos necessidade de jogar todo domingo e quarta-feira porque o calendário é o mesmo que os outros. O Paulista, por exemplo, usa muito mais datas”, falou Guilherme Mendes, diretor de comunicação cruzeirense.

Para efeito de comparação: o Atlético-MG disputou 17 partidas até aqui em 2013. O São Paulo , equipe que já enfrentou duas vezes neste ano e seu adversário nas oitavas de final da Libertadores, entrou em campo 27 vezes. Nem isso, porém, faz com que o presidente atleticano Alexandre Kalil aprove o calendário brasileiro com os Estaduais.

“Eu acho um lixo, mas acho há 20 anos”, resumiu Kalil.
As informações são do repórter Pedro Taveira, do iG

Muricy defende Neymar após vaias e diz que o 'futebol está muito chato'


Muricy defende Neymar após vaias e diz que o 'futebol está muito chato'

Técnico do Santos vê manifestação da torcida no Mineirão ao atacante durante o empate com o Chile na quarta-feira como um exagero

São Paulo -  O técnico do Santos , Muricy Ramalho, voltou a sair em defesa do atacante Neymar. Desta vez, o treinador opinou sobre as vaias que o atleta recebeu no empate da seleção brasileira com o Chile na última quarta-feira, no Mineirão. Para Muricy, Neymar é alvo das críticas pelo fato de ser o principal jogador do futebol brasileiro na atualidade, mas destacou que o seu comandado tem conseguido administrar bem esse tipo de situação.
Foto: Reginaldo Castro / Agência O Dia
Foto: Reginaldo Castro / Agência O Dia
"Acho que não é agradável, não é bom para a seleção. A gente não fica contente com isso. Às vezes, se exagera um pouco. Mas ele tem muita personalidade. Alguns jogadores reagem de maneira diferente e este é o caso dele", afirmou.

Muricy Ramalho ainda questionou as razões da forte cobrança recebida por Neymar, com a camisa da seleção. Para o comandante, existe um exagero no que diz respeito às críticas feitas no futebol, não só no que diz respeito ao astro santista.

"Muitos estão querendo pegar no pé dele, só que ele tem muita personalidade. No Brasil, está um costume chato, vocês (jornalistas) também são muito chatos. Está tudo muito chato no futebol, nesse sentido. Se fossemos cobrar os políticos, como se cobram os jogadores, esse país seria outro", comentou.

O atacante, que sentiu dores musculares na coxa esquerda, após o amistoso contra os chilenos, ainda é dúvida no Santos para o clássico com o Palmeiras, neste sábado, às 16h15 (horário deBrasília), na Vila Belmiro. O confronto é válido pelas quartas de final do Campeonato Paulista.

Neymar iniciou o tratamento na quinta, após passar por exame de ressonância magnética. Nesta sexta, o camisa 11 da equipe praiana seguiu o procedimento no Cepraf (Centro de Excelência em Prevenção e Recuperação para Atletas de Futebol). A Joia irá passar por um teste no sábado, para saber se terá condições de atuar diante do Palmeiras.
As informações são do iG

Preparado, Jones espera Sonnen e já projeta futuro


Preparado, Jones espera Sonnen e já projeta futuro

Estados Unidos -  A confiança  na vitória sobre Chael Sonnen, no UFC 159, em Newark (EUA), é tanta que Jon Jones já faz planos. Perder o cinturão dos meio-pesados não está no script. Imbatível na categoria, ele quer uma superluta no fim do ano, provavelmente contra Anderson Silva ,e, depois, subir para os pesados. A solução para não sofrer tanto na hora de encarar a balança já é analisada com carinho. Por falar em sofrer, a expectativa dos fãs de MMA é que Jones não tenha piedade de Sonnen, aplicando-lhe um castigo, nesta noite, no confronto entre os treinadores do TUF 17.

“Estudei muito Chael, suas entrevistas e suas lutas. Eu nunca luto sob efeito de emoção. Sempre me mantenho frio, calmo e tranquilo”, comentou. Jones vai para a sua quinta defesa de cinturão. “O que eu quero é bater o recorde de seis defesas de Tito Ortiz na categoria dos meio-pesados, depois fazer uma superluta, que será muito grande em novembro, e me mudar para os pesados”, completou, otimista.

Diferentemente do lutador que azucrinou a cabeça de Anderson Silva, de 2010 a 2012, Sonnen, desta vez, transparece uma admiração nunca vista por Jones. O falastrão sabe que tem um adversário muito duro pela frente e tudo que fizer será pouco para derrotar o campeão.

“Eu não acho que Jon entenda o quanto Jon é grande. Ele tem que se comparar mesmo a Mike Tyson e a Muhammad Ali. Se eu sinto pressão? Claro, muita. Jon é o campeão mundial e o melhor meio-pesado que já existiu. Mas eu não escolho lutas, eu luto”, elogiou Chael.
Jon Jones havia dito que Sonnen usou esteroides durante toda a vida | Foto: Divulgação UFC
Jon Jones vai enfrentar Chael Sonnen nesta noite | Foto: Divulgação UFC
Além do duelo mais esperada da noite, o público ainda vai poder saborear o confronto entre Michael Bisping e Alan Belcher. Os dois são cotados na disputa pelo cinturão dos médios, mas nunca convenceram a organização de que merecem uma chance contra Anderson Silva.

Ainda no card principal, os pesados Roy Nelson e Cheick Kongo medem forças em confronto de fazer tremer o octógono. Antes, o wrestler Phil Davis terá o campeão de jiu-jítsu Vinny Magalhães pela frente.

Ronaldo brinca com situação da Seleção: 'O Felipão vai precisar blefar muito'


Ronaldo brinca com situação da Seleção: 'O Felipão vai precisar blefar muito'

Ex-jogador disse que confia no treinador e acredita que o Brasil pode conquistar a Copa das Confederações

São Paulo -  Garoto-propaganda da principal marca de pôquer mundial, Ronaldo Fenômeno acredita que o técnico Luiz Felipe Scolari precisa usar uma das armas do pôquer para conter a desconfiança da torcida. Nesta sexta-feira, durante a abertura da LAPT (Latin America Poker Tour), em São Paulo, o ex-jogador falou sobre o momento ruim da seleção brasileira.
Foto: Reprodução de Internet
Foto: Reprodução de Internet
“Eu acho que o Felipão vai ter que blefar muito para conquistar a Copa das Confederações. A torcida brasileira, realmente, não está muito otimista. Não podemos esconder a realidade, o Brasil não está jogando bem. Eu sou otimista porque conheço o Felipão e confio no trabalho dele”, disse Ronaldo.

Segundo o maior artilheiro da história das Copas do Mundo, ainda é cedo para avaliar o trabalho de Luiz Felipe Scolari. O treinador, que assumiu o comando da seleção após a saída de Mano Menezes, comandou o Brasil em cinco partidas e conquistou apenas uma vitória, contra a frágil Bolívia.

“Não é fácil introduzir uma nova filosofia de jogo. Em 2002, também tivemos muitas dificuldades nas eliminatórias, mas ganhamos a Copa do Mundo. O Felipão, mais do que ninguém, sabe calar a boca dos críticos. A seleção não está jogando bem, mas sou otimista que vamos ter uma reação já na Copa das Confederações”, explicou Ronaldo.

Durante a abertura do maior evento de pôquer da América Latina, Ronaldo foi indagado sobre as polêmicas envolvendo José Maria Marin, presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Apesar de fazer parte do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo, o ex-atacantegarantiu que não é próximo do cartola.

“A minha função, eu estou fazendo da melhor maneira possível para a Copa do Mundo ser um sucesso. Não sou amigo dele, não tenho negócios com ele, então prefiro ficar na minha e fazer o que é melhor para o Brasil”, disse.
As informações são do iG

Fluzão treina com Wellington Silva blindado


Fluzão treina com Wellington Silva blindado

Lateral teve o nome envolvido no caso de sequestro e agressão ao meia Bernardo, do Vasco

Rio -  Não há folga nas Laranjeiras. Em pausa na Libertadores, o Fluminense treinou na manhã desta sexta-feira de olho na semifinal da Taça Rio, contra o Volta Redonda. O jogo será realizado neste domingo, às 16h, no Raulino de Oliveira.
Wellington Silva, blindado, treina nas Laranjeiras | Foto: Carlos Moraes / Agência O Dia
Wellington Silva, blindado, treina nas Laranjeiras | Foto: Carlos Moraes / Agência O Dia
A confusão envolvendo o meia Bernardo, do Vasco, respingou nas Laranjeiras. O jogador foi sequestrado e agredido por traficantes da Favela da Maré, após ter sido flagrado com a ex-namorada do chefe do tráfico local. A situação de Bernardo não acabou em tragédia por uma suposta intervenção de Wellington Silva, lateral do Flu, que teria pedido aos bandidos que liberassem o vascaíno.

Pois nesta sexta-feira o jogador do Tricolor trabalhou normalmente, sem tocar no assunto. Wellington Silva deu sequência ao tratamento da lesão no pé esquerdo, fazendo fisioterapia. A diretoria do Fluminense, pelo menos por enquanto, não vai se pronunciar oficialmente, embora venha acompanhando o "Caso Bernardo" de perto.

Vice do Flamengo admite interesse na contratação de Marcelo Moreno


Vice do Flamengo admite interesse na contratação de Marcelo Moreno

Rio -  Considerado carta fora do baralho depois de ter recusado negociar com o clube no início do ano, o atacante Marcelo Moreno, afastado do elenco do Grêmio, voltou a ser assunto no Flamengo . O vice-presidente de futebol do clube carioca, Wallim Vasconcellos, conversou com Paulo Pelaipe, diretor de futebol, e com o técnico Jorginho e o chegou à conclusão de que o boliviano pode se tornar a referência para o ataque.
Foto: Divulgação
Atacante interessa ao Flamengo | Foto: Divulgação
A estratégia prevê que Pelaipe fique à frente da negociação, já que possui bom relacionamento com a atual diretoria do Grêmio. Em um primeiro momento, o Flamengo está colhendo informações sobre os motivos que levaram ao afastamento de Marcelo Moreno, assim como sobre a realidade salarial do atleta.

“Vamos verificar o que aconteceu com ele no Grêmio e entender os motivos que levaram ao seu afastamento. A partir daí poderemos negociar sim, pois estamos observando vários jogadores”, disse Wallim em entrevista à Rádio Bradesco Esportes FM , do Rio de Janeiro.

A diretoria do Flamengo pretende investir pesado em um atacante e a ideia era esperar a abertura da janela de transferências internacionais para anunciar um nome de peso. Mas Marcelo Moreno pode se tornar essa referência. O pai do jogador, Mauro Martins, que também cuida da carreira dele, disse que se ele sair do Grêmio, a preferência deve ser mesmo o Flamengo.

“Seria uma boa para o Marcelo Moreno ir para o Flamengo. Ele saindo do Grêmio, escolhe o Flamengo. Eu mesmo vou pedir para ele. Quero ele com a 9, que era do Doval. Se fizer o mesmo sucesso do Doval no Flamengo estarei muito feliz”, afirmou Mauro em entrevista ao jornal Mais do Rio de Janeiro.

Além de um atacante, a diretoria procura reforços para outras posições. Um zagueiro nos planos é Roger Carvalho, de saída do Bologna, da Itália. As negociações estão bem avançadas e o desfecho pode sair nos próximos dias. O defensor foi indicado por Jorginho, com quem trabalhou em 2011 no Figueirense.



As informações são do iG

Gabriel e Lodeiro vão para a semifinal


Gabriel e Lodeiro vão para a semifinal

Rio -  Totalmente recuperados de suas lesões, Gabriel e Lodeiro estão confirmados para a partida deste sábado contra o Resende. Para o jogo da semifinal, os atletas já se juntaram ao restante do elenco alvinegro, em Pinheiral, onde ficarão concentrados até horas antes do jogo.
 
"Vão jogar, os dois. Com certeza, é muito importante para mim ter a força máxima à disposição", afirmou Oswaldo.
Jogadores vão para campo na semifinal | Foto: Divulgação
Jogadores vão para campo na semifinal | Foto: Divulgação
Com a confirmação dos 'reforços', Oswaldo escalará a equipe com Jefferson, Lucas, Bolívar, Dória e Julio Cesar; Marcelo Mattos, Gabriel, Fellype Gabriel, Lodeiro e Seedorf; Rafael Marques.

Ídolos que fizeram história no Maraca: Zico exalta ligação com o estádio


Ídolos que fizeram história no Maraca: Zico exalta ligação com o estádio

POR ANA CARLA GOMES
VITOR MACHADO
Rio -  Foram 333 gols. Zico, maior artilheiro do Maracanã, não vai participar da reabertura do estádio, neste sábado, às 19h, mas se lembra de cada momento seu lá. Foram 19 títulos, entre eles três Brasileiros. Até com Pelé ele jogou. E o rei do Maraca cutuca o rei do futebol, que fez o milésimo gol no Maior do Mundo, mas recusou-se a cobrar um pênalti, em 1979, num amistoso entre Flamengo e Atlético-MG: “O negão pipocou”.

O DIA: Foram 19 títulos no Maracanã. Teve algum mais especial?
Zico: O Brasileiro de 1987. A gente era um time tachado de aposentado, eu tinha voltado da cirurgia, muita gente não acreditava mais que eu pudesse jogar. Quando chegou na reta final, na partida contra o Santa Cruz, fui comemorar um gol com o Zé Carlos e arrebentei meu joelho, estouraram os pontos. Atuei nos quatro jogos seguintes com uma lesão. Acabava o primeiro tempo, tinha que ficar com bolsa de gelo. Começava o segundo tempo, 15, 20 minutos, minha perna começava a inchar e eu tinha que sair. Para o jogo contra o Atlético-MG, fiquei até 3h da manhã fazendo gelo. Em todos os jogos eu saí. Quando ganhamos do Internacional, a torcida estava gritando ‘campeão’, eu já no vestiário, começaram a gritar meu nome, voltei, fiz a saudação e peguei o troféu.

Foram 333 gols...
Sem contar o Jogo das Estrelas. Não contei. Algumas festas eu não conto, não. Se eu estivesse atrás dos mil, já estaria com 950 ou mais (risos).

Dá para dizer que você foi o rei do Maracanã?
Da minha boca você não vai ouvir isso nunca. Acho que fui o cara que mais representou o Maracanã por tudo. Pelos gols, pelos jogos, pelas conquistas. Os maiores recordes acredito que devam ser meus, quem mais jogou — talvez só perca para o Júnior —, mais fez gols, mais ganhou títulos ali, mais comemorou, mais gols fez numa partida, talvez o que jogou para os maiores públicos. O Maracanã tem uma ligação comigo muito forte.

Por que você ficava tão à vontade?
Talvez pelo fato de o Maracanã ser a casa do Flamengo. De costas eu sabia todo o espaço que tinha, conhecia tudo como a minha casa. No Maracanã, devo ter jogado, das mais de mil partidas que fiz na carreira, mais de 500. Até pelo juvenil eu joguei ali. A minha identificação com a torcida ficou muito ligada por causa disso. A gente ia enfrentar o Fluminense, era 1 a 0, gol meu; ia encarar o Botafogo, era 1 a 0, gol meu; contra o Vasco, 1 a 0, gol meu; 2 a 0 no Bangu, eu fazia os dois. Já no juvenil.
Zico afirma ter grande ligação com o Maracanã | Foto: André Mourão / Agência O Dia
Zico afirma ter grande ligação com o Maracanã | Foto: André Mourão / Agência O Dia
Como se faz seis gols num jogo, recorde do Maracanã (Fla 7 a 1 no Goytacaz, pelo Carioca de 1979)?
Os caras batiam tanto que fiz quatro gols de pênalti. Agora, a possibilidade de perder era grande. Mas eu batia num canto, o goleiro ia no outro. Ele ia para o mesmo lugar, e eu batia no mesmo. Aí no último ele trocou, e eu troquei também.

Consegue eleger os seus cinco gols favoritos no Maracanã?
Fiz um contra o Botafogo. Foi 2 a 2. O goleiro do Botafogo, Wendell, bateu tiro de meta, alguém cabeceou, o Marinho veio, dei um balãozinho nele, no meio-campo. Tinha um cabeça de área, dei um toque na frente, o zagueiro veio, joguei a bola por um lado e peguei do outro e de fora da área mandei no canto. Fiz outro contra o Corinthians que foi parecido com aquele contra a Iugoslávia. Driblei três, o goleiro e fiz. Teve um, em 1974, contra o Grêmio, que Vanderlei cruzou, e eu peguei de voleio. Um também contra o Grêmio, a gente estava perdendo de 1 a 0, o Júnior cruzou, me antecipei ao Batista e peguei de curva no ângulo. Era o primeiro jogo da final do Brasileiro (1982). E contra o Santa Cruz de falta. Foi do outro lado, de curva. Conta a história que o zagueiro Zé Carlos (do Santa Cruz) no treino de falta virava para o goleiro e ficava olhando. O goleiro disse: ‘Vê se no jogo olha pra bola’. O Zé Carlos respondeu: ‘Eu, não, quero ver o gol’. O Peu conta isso no meu DVD. Mas a maioria dos meus gols é marcada pela simplicidade e pelarapidez. Um toque só e definia, sem tempo do goleiro se armar.

Como foi jogar com o Pelé no Maracanã?
Era o sonho de todos nós. Quando soubemos da possibilidade, o time ficou em polvorosa. O Negão deu foi uma pipocada legal. Ele já falou na preleção: ‘Se tiver pênalti, não vou bater’. Eu disse: ‘Pô, mas a torcida toda vai gritar...’ Na hora que teve no jogo, falei: ‘Vai lá e bate’. Mas ele respondeu: ‘Não vou bater, não, cara’. Tem uma história do Adílio. Ia ter o treino coletivo, todo mundo ia treinar com ele. A gente não sabia quem ia sair. O Andrade disse: ‘O Pelé não é cabeça de área, não vai jogar no meu lugar’. O Júlio César: ‘Não é ponta-esquerda, não vai jogar no meu lugar’. O Tita: ‘Não é ponta-direita, não vai jogar no meu lugar’. Aí eu falei: ‘Eu dou a 10, mas a 9 é minha’. Aí na hora do treino, o Adílio caiu, e o médico falou para botar gesso: ‘Vamos fazer raio-x’. Queria tirar logo ele.

E os momentos tristes?
Só a minha contusão, que poderia terminar com a minha carreira. Uma entrada daquela desleal e maldosa (do Márcio Nunes, do Bangu). O Maracanã era tão legal, tinha tanta amizade, que uma vez era Flamengo e Vasco, dia chuvoso, disputei bola com o Orlando, ele sem querer puxou meu braço, e a aliança foi. O lance era entre a linha da grande área e a da pequena área. Na hora tentei ver, mas não dava. Deixaram os refletores ligados, antes de molhar o gramado, e foram lá procurar. Na quarta-feira quando voltamos para jogar, o cara estava lá com a aliança. Muito bacana!

Quando começou a sua história no Maracanã?
O que eu tenho marcado foi a final entre Flamengo e Botafogo que o Garrincha fez três gols, em 1962. No ano seguinte, teve o maior público da história, 167 mil (Fla-Flu) e o Flamengo foi campeão. A gente não ia a jogos comuns, só a final. Uma das imagens mais marcantes, não sai da minha retina, é quando você sai do elevador e vê a imagem das duas torcidas e o Maracanã lotado. Inesquecível. A gente fazia hora para entrar com o estádio já cheio só para ver aquela imagem. Depois teve meus irmãos. Eu ia a todos os jogos deles, tanto do Antunes quanto do Edu. Nessa época, já me sentia um cara de Maracanã.

O novo Maracanã vai ter a mesma essência?
Só não acho legal a rede quadrada, esse alçapão que querem colocar. Parece um galinheiro. Não é possível que os caras não vejam a importância de a bola bater na rede e estufar. Uns botam tão rígida que a bola bate, volta, e o cara nem sabe se foi gol. O Morumbi tinha uma que a bola batia e ficava rodando. A essência do gol é a rede estufar. Tem que manter o véu de noiva.
Redes do Maracanã terão novo formato | Foto: Divulgação
Novo formato das redes não agrada Zico | Foto: Divulgação
Você acha que o Brasil chega à decisão da Copa de 2014, no Maracanã?
Acho que o Brasil não é favorito, mas tem jogadores para formar um bom plantel e chegar à final. Não resta dúvida. Hoje estamos a um ano e três meses da Copa. Colocaria a Argentina como favorita, por causa do Messi, e a Espanha, pelo conjunto, pela força. Depois vêm Alemanha, Itália, Brasil... Essas seleções que estão acostumadas a se agigantar durante a competição.

Como foi a emoção de se despedir no Maracanã?
O mais importante foi que eu me preparei para isso. É sempre triste. Peço licença ao Falcão para roubar a frase dele. Ele diz que o jogador morre duas vezes: uma quando para de jogar e outra quando Deus chama mesmo. Quando perdi o tesão para treinar, as contusões começaram a atrapalhar, comecei a pensar nisso. A festa foi de despedida, um reconhecimento. É muito triste. Imagina um cara que deu tantas alegrias ter que parar de jogar? Mas eu não me senti triste naquele dia. Principalmente por chegar ao Maracanã e ver uma torcida daquela toda presente como se fosse em agradecimento aos meus anos de carreira no clube. Me senti triste antes, quando comecei a pensar que estava na hora de parar.

E a música do Moraes Moreira ‘Saudades do Galinho’?
É a identificação com o clube. Poucos jogadores poderiam receber esse tipo de homenagem. Tanto tempo, você se acostuma com aquilo (ver o ídolo jogar) e depois sabe que vai perder isso. Só um cara que viveu isso pode colocar no papel. Nem todos têm essa capacidade. Ele (Moraes Moreira), por ser extrassérie da música, conseguiu traduzir isso. Eles sentiram falta do Zico, e eu do Maracanã.

Como foi vestir a camisa do Vasco na despedida do Roberto Dinamite?
Não é porque foi o Vasco. Eu sempre tive à parte essa coisa de rivalidade. O Roberto me convidou e eu aceitei na hora. Não fiquei preocupado com o que o torcedor do Flamengo iria pensar, o do Vasco, e sim em homenageá-lo pelo que ele representou no futebol. Foi um momento único, e uma coisa que eu guardo comigo é que o Vasco foi o clube que, através do presidente Calçada, foi me homenagear no campo, me entregou uma placa, quando eu parei de jogar.